Ninguém

PALAVRAS VÃS

“Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons.” Sigmund Freud

Insanidade em névoa que chega rompendo a barreira do som e esmigalhando o cérebro em mil pedaços. Egocentrismo líquido que perfura a pele e pega carona na corrente sanguínea na velocidade da luz. E de tanto juntar os cacos e tentar colá-los direitinho no lugar, um Frankenstein mal costurado acorda com um raio e se pergunta:

Quem sou eu?

Meio acordado, meio entorpecido, hora se sentindo um astro do rock mas por vezes um verme em um universo decomposto, mesmo assim deslocado em seu sentido. Tentando chegar mais perto da luz de uma estrela que talvez já tenha morrido há muito, muito tempo sem cogitar que isso seja uma possibilidade.

Quem sou eu?

Enquanto olhava por cima dos ombros e das cabeças da multidão, e a angústia lhe assaltava como um homem armado, nada via, nada se…

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