Agreste

“Há um cansaço no Cosmos… Anoitece”
O Lázaro da Pátria, Augusto dos Anjos.

 

Sofri a tortura dos ventos
Minhas mãos calejadas e frias
sustentaram sonhos

Meu corpo, vulcão
– são lavas que escorrem no papel –
Meu coração em chamas
Minha alma é pássaro caçando territórios inacessíveis

Quantas pedras terei de recolher?
Quantas batalhas terei de vencer?

Cansada… Anoiteço.

Léo

20 comentários em “Agreste

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