Para um poeta

du,

quero que faças de teu dia, eterna madrugada

dos cheques, papéis, a boêmia…

da caneta, a esperança

e de tua força, nasça a poesia…

quero que venças o comum…

e sejas um poeta diferente:

aquele que nasceu num banco…

e que inventou a boêmia e a madrugada…

 

e nós?

estamos perdidos na madrugada

que não existe…

Léo

 

Poema publicado em 1983, Canto Exclusivo, Duílio Antonio de Souza (Duka), fernando s/c ltda, Bauru-SP.

10 comentários em “Para um poeta

      1. Ontem li um artigo e tinha este trecho: “Ele a amava como um escravo, como um louco e como um mendigo. Por quê? Pergunte ao pó na estrada e às folhas que caem, pergunte ao misterioso Deus da vida, pois ninguém sabe destas coisas” (do romance Pan, Knut Hamsun).
        Lembrei-me da alma de teus poemas…

        Curtido por 1 pessoa

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