Poema que me veio cujo entendimento me escapa.

Sonolentos da eternidade

no vácuo sem vícios

Caminhos…

 

Água escorrendo pelos dedos

Sol latejando nas retinas

ventre pulsando vida

Flores no chão…

 

Éter!

Léo

11 comentários em “Poema que me veio cujo entendimento me escapa.

  1. Seus versos me deixaram em um limbo que agora eu não sei como sair. Não sei se você está saindo ou saindo. Você vem ou fica. Foi você quem chegou ou é apenas sua alma? Suas pegadas, seu espírito ou seu eu interior? Vamos ver se consigo chegar ao fim de semana sem nenhuma loucura.

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    1. Poeta, tenho pensado muito sobre o poema, a poesia. Se é verdade que a linguagem não é a coisa, é só uma intermediária, um conceito, mas não a coisa… A poesia, o poema, é o que mais se aproxima… é outro lugar, outra esfera, outra dimensão… é o além do corriqueiro, porém também é o corriqueiro… também é linguagem…Este poema que escrevi é algo de subconsciente, sei lá… brotou… quis entender… e depois só sentir… e soltar… Conversei com um amigo. Ele me disse: publica e deixa os leitores falarem… Foi o que fiz. Você frequenta este lugar do poema com desenvoltura… e percebeu o “limbo”, ou minha alma… “Vamos ver se consigo chegar ao fim de semana sem nenhuma loucura”… ah, poeta, a vida é louca… Saudações poéticas.

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