Arte

François Truffaut, parafraseando um poeta, diz que o cinema é essencial embora não se saiba para quê.

Paulo Henriques Brito, também poeta, encerra uma oficina em 2012, citando Oscar Wide: “a arte é inútil”.

Érico Veríssimo, em Solos de Clarineta, constrói uma imagem sobre o papel do intelectual. Ele mesmo, jovem, balconista de uma farmácia, numa determinada noite. Chega um homem com o dedão quase decepado e com muitos ferimentos. Enquanto o farmacêutico tratava o ferido, Érico segurava uma lanterna. Percebeu assim que seria esse seu papel: iluminar as cenas, mesmo as mais cruéis; ter a força de segurar a luz. 

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